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27 maio 2013

SAINDO DA ROTINA

Nessa sexta-feira, dia 24/05, registramos a aula dos professores Bruno Leonardo e Vitor Gouveia que fizeram uso dos netbooks em suas aulas.
O professor Vitor, de humanas, utilizou os computadores para realizar um seminário com os alunos da 1903.
Já o professor Bruno, também de humanas, distribuiu seus alunos nos corredores, de maneira que ficassem bem à vontade, e orientou a feitura de caças palavras e palavras cruzadas, que, segundo ele, são excelentes exercícios para o estudo da Língua Portuguesa.

(Marcely Melo)


aula do professor Vitor

Professor Bruno e aluno do 7º ano

Aluno

Aula do Professor Bruno

07 março 2013

AULA DE GEOGRAFIA (8ºANO): "SURGIMENTO DE NOVOS ESTADOS"

https://drive.google.com/?pli=1#my-drive

Cliquem no link acima para acessar o conteúdo da aula.

Bom estudo a todos,

Vitor Gouveia.

AULAS DE GEOGRAFIA NO BLOG!

Oi, pessoal!

A partir dessa semana, as aulas de geografia estarão disponíveis no blog da escola, na seção "Humanas". Assim, vocês podem consultar o material das apresentações em power point, vídeos, fotos e outros recursos visuais exibidos em sala de aula.

As postagens também irão para o facebook, onde poderemos debater um pouco mais sobre os conteúdos, tirar dúvidas ou ampliar as discussões.

Participem! Vamos usar as redes sociais não só para diversão mas também para aprendermos cada vez mais.
Um grande abraço aos alunos do GEC Princesa Isabel,

Vitor Gouveia.

07 dezembro 2012

OFICINA DE LITERATURA E CORDEL

NO DIA 09 DE NOVEMBRO

FATO NOVO ACONTECEU

O PROFESSOR PEDRO PIERRE

MUITO FACEIRO E ALEGRE

VEIO ENSINAR CORDEL



NESTA FESTA DA LEITURA

CONVIDADOS ESPECIAIS

E.M. JOÃO CARLOS VITAL

FIZERAM RIMAS "NA MORAL"

CANTARAM , BRINCARAM E MUITO MAIS
 
 

30 novembro 2012

CORDEL SOBRE A FEIRA DE CIÊNCIAS


 
Projeto de vida na feira de Ciências   -   Literatura de Cordel
 
A Princesa Vai à Feira
( Cordel em homenagem à primeira feira de Ciências da Escola Princesa Isabel)
 
 
 

Hoje a Escola Princesa

Mantêm a sua cadência

Todo aluno aqui propõe

Expõe as experiências

E quem não viu venha ver

Nossa feira de Ciências

 

Para salvar o planeta

De tanta adversidade

Vai ser preciso união

Disposição e vontade

Cada turma da escola

Mostrará sua verdade

 

Mil Setecentos e Um

O papo é aproveitar

Não se deve jogar fora

O que nos pode ajudar

O lixo vai virar luxo

Quando a gente reciclar

 

Meus senhores e senhoras

Prestem muita atenção

Aí vem a Sete Dois

As dobraduras na mão

Pra mostrar o sofrimento

De animais em extinção

 

Já pra turma Sete Três

A diferença é verdade

Cada espécie tem seu jeito

E suas necessidades

Cada um é todo mundo

Na biodiversidade

 

Sete Quatro e Sete Cinco

Tem a sede de mostrar

A importância da água

Para a vida do lugar

Se não cuidarem bem dela

O mundo pode acabar

 

Olha lá a Oito Um

Falando de combustão

Que faz voar um foguete

E pode causar explosão

Você vai encontrar tudo

Até maquete de vulcão

 

 

Tem audição e olfato

Tem paladar e visão

É esperto quem tem tato

Sabe a sua direção

A Oito Dois Trás sentidos

Para nossa exposição

 

 

Se quero andar no parquinho

Com a Oito Três vou brincar

Lá tudo se movimenta

Pela energia solar

Eu curto, economizo

Luz não preciso pagar

 

 

Tome cuidado com as drogas

E com as DST

Vou aprender na escola

Para não me envolver

Oito Quatro e Oito Cinco

Estão aí pra nos dizer

 

 

Gravidez na adolescência

É coisa pra se pensar

A Nove Um nos ensina

Várias formas de evitar

Vai botar filho no mundo

Quem é que vai sustentar?

 

 

 

E depois a Nove Dois

Não vai ficar para trás

Quem é forte se sustenta

Tá querendo sempre mais

Assim toda sociedade

Sobrevive do que faz

 

 

Será que é confiável

Toda fonte de energia?

Se o recurso é renovável

Trás saúde e harmonia

Diz a turma Nove Três

Esbanjando poesia

 

 

 

Cuidado com o seu corpo

A máquina pode emperrar

A Nove Quatro hoje alerta

Precisamos nos cuidar

Pra não virarmos sucata

E sermos jogados pra lá

 

O poeta hoje acorda

E há nos seus olhos beleza

Levou seus versos pra feira

Ciência e cordel sobre a mesa

Coisa boa neste mundo

É ser aluno do Princesa

 

 

Professor Pedro

29 de Novembro de 2012

 

 

 

 

 

 

14 setembro 2012

NOVO TALENTO DA PRINCESA

A aluna Kethlyn, turma 1701, fez uma charge genial da turma mais os professores Rosa Maria e Pedro.

15 agosto 2012

DA NOTÍCIA PARA A CRÔNICA

Queridos alunos,

por vezes, a ispiração para uma crônica vem de uma notícia de jornal. Através da informação, o cronista analisa o cotidiano, tecendo sua análise crítica da vida em sociedade.

http://oglobo.globo.com/pais/dois-brasileiros-suspeitos-de-matar-tres-bolivianos-sao-queimados-vivos-5793522

A notícia veiculada, e para aonde você pode ir clicando no link acima, serviu de inspiração para a crônica abaixo, feita por mim.



"Mexeu com meu irmão, mexeu comigo"


Certas horas, nós somos invadidos pelo sentimento de brasilidade. A sensação de fazer parte do coletivo, que há milhões de pessoas como você, feito irmãos, nos dá a sensação de que não estamos sós, que somos, mesmo uma única e pequena parte da engrenagem, figura essencial para o funcionamento do país.

Mas nem sempre é assim. Quase nunca.

Quando nada em especial acontece, tornamo-nos, cada um, seu próprio país. No máximo, o que nos conta de verdade é a família. Durante quase todos os dias do ano olhamos somente para os nossos umbigos.

Vejam as Olimpíadas, por exemplo. O televisor fica ligado nos bares e locais de trabalho. Todos lá, olhando para a tela, torcendo pelos atletas brasileiros. Torcendo pelo Brasil.

As pessoas que se aglomeram para sentir no coração o sentimento de ser brasileiro através do esporte são as que virarão as costas para a sociedade, votando em candidatos corruptos, jogando lixo no chão, desperdiçando água potável, desrespeitando as leis de trânsito e virando as costas para os mesmo atletas que conseguiram despertar nos brasileiros o sentimento de fazer parte de uma nação. Basta perder, é só ver, o atleta já é taxado de “amarelão”, aquele que não corresponde às expectativas por ele criadas. Mas, e quando quem o critica não é um brasileiro, quando é um estrangeiro a dizer que o esporte no Brasil é um fiasco, que o brasileiro só pensa em esportes nas olimpíadas, que o Governo não dá a mínima para o esporte? Sobe aquela raiva, não é?  
    
Parece aquela história: se o pai bate e espanca o filho, tudo bem; mas se alguém encosta nele, se um professor briga com o menino, pronto: vira confusão.

Certa vez dois vizinhos meus brigaram, dois irmãos. Nunca mais se falaram. Viviam a fazer intriga um do outro com os parentes e amigos. Numa pelada de rua, um homem começou a discutir com um dos irmãos; o outro estava fora de campo esperando sua vez de entrar. A briga começou. Tão logo começaram a se agredir, o irmão de fora entrou e, com o irmão com quem não falava havia anos bateram no homem. Mas bateram muito. A amizade de anos não voltara. Depois da briga continuaram sem se falar. Mas naquele momento em que o pau cantou, viraram irmãos novamente. Um queria odiar o outro com exclusividade, e que ninguém se interpusesse entre o ódio de um pelo outro.

Com o brasileiro ocorre o mesmo: “se alguém se meter com algum conterrâneo, vai se ver comigo, mesmo que seja com um brasileiro para o qual eu virei as costas, que eu maltratei e explorei”.

Hoje saiu uma notícia de que dois brasileiros foram queimados vivos em território boliviano. Na Bolívia? Alguém perguntou. Naquele país miserável? É, alguém respondeu.

Confesso que, quando li o título da manchete, senti meu patriotismo me esquentar a pele. Senti raiva da Bolívia e compaixão dos brasileiros. Logo depois refleti sobre o que acabava de sentir, enquanto as pessoas que estavam em volta seguiam falando mal da Bolívia, cobrando alguma postura da presidente do Brasil. "Como assim, dois brasileiros queimados vivos na Bolívia, aquele país de m.... e o governo não vai fazer nada?", alguém perguntou, e todos os outros que debatiam a notícia concordaram, e se exaltaram também, contra os bolivianos.

Como quem fala sem pensar, uma pergunta saiu da minha boca: “Quanta gente morre assim aqui no Rio?”. “O que você que dizer?”, alguém perguntou-me. “Nada”, respondi, “só que quando morre alguém pelas mãos do tráfico ou de alguma milícia, assim mesmo, queimado, sem julgamento feito por autoridade competente, todo mundo acha bom. Agora que dois suspeitos de assassinato morrem queimados na Bolívia, parece que queimaram não os caras, mas queimaram o Brasil”.

A história era essa: dois suspeitos de assassinato morreram pelas mãos da população de uma pequena cidade boliviana que era guardada por dez policiais.

A discussão acalorada continuou. Saí de perto. Não sei que em qual rumo seguiu aquela conversa.

Só sei que aqueles que ficaram sensibilizados e extremamente ofendidos com a morte dos brasileiros vão seguir tratando o Brasil feito aqueles irmãos: Podem maltratá-lo, ignorá-lo, desde que seja eu, um brasileiro.


Vitor Gouveia

  



08 agosto 2012

POR QUE A INDÚSTRIA EMPREGA POUCO?

Queridos alunos,

Quando vocês observam a paisagem de nossa cidade, é possível constatar a presença de muitas fábricas? Vocês conhecem muitas pessoas que trabalham no setor secundário? A resposta foi negativa, não é verdade?
Você já parou para pensar sobre o porquê disso?
Quando a sociedade brasileira começou a se urbanizar, a indústria foi a grande responsável por isso. O meio rural passou a expulsar a população que lá habitava em direção às cidades devido à intensa mecanização do campo. Mais máquinas, menos postos de trabalho. Junto a isso, contou também o fato de o Brasil possuir uma péssima distribuição de terras. Aqui há a predominância dos latifúndios, que são as grandes propriedades de terra. Os minifúndios, as pequenas propriedades, existem em pequena quantidade, o que fez com que houvesse – e ainda é assim -, à época do início da urbanização brasileira, muita mão-de-obra rural desempregada, ou trabalhando em sistema de colonato ( dando metade do trabalho realizado ao dono da terra que ocupava).
Nas cidades, outra mudança ocorria concomitante à mecanização do meio rural. Surgiam indústrias de transformação, sobretudo a de bens de consumo, como a indústria de automóveis e a de eletrodomésticos ( televisores, rádios, liquidificadores entre outros). Na década de 1960, o êxodo rural brasileiro era o grande moimento de migração interna no continente americano. As cidades cresceram em velocidade absurda. O Rio de Janeiro,  por exemplo, passou de menos de um milhão de habitantes nos anos 1940, para  6 milhões na década de 1970.
Porém, a indústria brasileira jamais conseguiu, mesmo nas décadas de 1960 e 1970, absorver toda mão-de-obra que vinha em grandes levas do campo. O resultado foi o desemprego, que deu origem a muitos problemas urbanos, como a favelização, a poluição dos rios, e mais alguns tantos.

Hoje, o problema do emprego na indústria se agravou: a mecanização e a evolução científica deram origem à robótica. As ferramentas deram vez aos robôs que funcionam com autonomia. Dessa maneira, a produção aumenta e o emprego cai.
Já entendemos que o emprego na indústria caiu. Mas por que especificamente nas cidades as indústrias praticamente sumiram?
A cidade é cara. Cara pelos impostos, pelos salários que são pagos, pelo valor dos imóveis, pela fiscalização ambiental e trabalhista, pelo caótico trânsito, pelos sindicatos mais organizados. 
Logo, os empresários buscam as cidades menores para alocar suas fábricas.
Então, alunos, não é que não exista trabalho na indústria. É que as máquinas e robôs realizam mais trabalho a um custo menor.

Prof. Vitor Gouveia

05 julho 2012

FEIRA LITERÁRIA:

Nos dias 27, 28 e 29 de Junho o GEC Princesa Isabel realizou sua Primeira Feira Literária, organizada pela Coordenadora de Humanidades Janaína Carneiro, homenageando o escritor Ariano Suassuna, como o nosso principal representante da cultura regional brasileira. Outros escritores foram homenageados: Manoel de Barros e Monteiro Lobato, cada um compunha uma temática diferente a ser desenvolvida ao longo do evento. Ariano Suassuna enveredou a cultura regional brasileira em todos os seus segmentos: na música, na arte, na dança, na poesia e na própria literatura.  Manoel de Barros é o poeta que divulga a comunhão do homem, da criança com a natureza. E Monteiro Lobato, nos retoma ao mundo da infância, do lúdico e do sonho.
Todos os espaços físicos da escola foram ocupados com atividades diferenciadas com apresentações dos alunos, palestras, vídeos musicais, declamações de poemas, cinema, Educoteca, roda de leitura, oficinas e aulas normais com os professores da escola.
Foi um momento de grande aprendizagem para todos que convivem no ambiente escolar.
Até a próxima feira!

Professora Janaína



















14 junho 2012

EVENTO DE COMEMORAÇÃO A LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS

Evento sobre "13 de maio"  o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea,libertando os escravos do sofrimento que os excluíam da sociedade.




O evento foi marcado com a presença de grande parte da escola sob a orientação dos professores Janaína(Geografia) e Bruno ( História),onde o principal questionamento era principalmente saber se existia liberdade ou se isso era somente um sonho criado pelos nossos colonizadores!

06 junho 2012

FEIRA LITERÁRIA

Nos dia 27, 28 e 29 de junho será realizada nossa Feira Literária.

Tema: Brasilidades

Autor Homenageado: Ariano Suassuna



19 abril 2012

ANTES, TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO. HOJE SÓ 19 DE ABRIL!


No dia 19 de Abril, o GEC Princesa Isabel se reuniu para relembrar dos principais habitantes de nossa Terra Brasil; "Os Índios"; um povo tão esquecido e relegado a função folclórica da história de uma nação.
O Grupo de humanidades elaborou estratégias sobre o conteúdo de Língua Portuguesa, baseado no tema em comemoração ao dia do Índio. Utilizando essa chamada como proposta de desenvolvimento das habilidades não oferecidas a partir dos resultados das provas de nivelamento. 
Mural informativo
Profª Janaína palestrando



Profº Bruno palestrando


Profª Ivane palestrando

Pratos indígenas típicos


12 abril 2012

REPRODUZINDO NO ESPAÇO ESCOLAR AS AULAS DE GEOGRAFIA

O  objetivo é transferir e deixar registrado no espaço físico da escola uma pequena parte do que é elaborado nas aulas de geografia.
Primeiramente o conteúdo é trabalhado em aula e a partir da apreensão do que é desenvolvido os alunos constroem suas ideais  e as expressam através de imagens ou poemas.
A representação da terra de forma sucateada,  vislumbrando um futuro bem próximo nos indica os resultados adquiridos através das explorações constantes de recursos naturais. O tema desenvolvido nessa aula do 9° ano  foi: "O consumo e o meio ambiente" , tema de grande  relevância para criarmos debates , não somente em aula , mas para toda a sociedade. 
O consumo é uma forte característica da sociedade contemporânea que produz impactos preocupantes  sobre o ambiente natural e construído . A sociedade capitalista industrial criou o mito do consumo como sinônimo de bem-estar  e meta prioritária do processo civilizatório.
(Profª Janaína)


23 março 2012

PRODUÇÃO DE TEXTO TURMA: 1705

No dia 22 de Março a turma 1705 sob orientação do Professor Vitor de Humanas , produziu um texto em intitulado "Uma Vida" sobre o vídeo

CONFIRA O TRABALHO DOS ALUNOS!

                                                               Uma Vida
      Murilo estava deitado numa maca de hospital. Ao acordar, teve uma parada cardíaca. Era um Senhor solitário. No seu quarto havia um rádio, seus velhos óculos, o andador e um copo de suco que o enfermeiro lhe deixara para tomar com seus remédios. No momento em que seu coração dispara, para depois parar, Murilo, num pequeno instante, consegue vê um médico, mas sua vista já está embaçada. Então, lembrou dos momentos mais marcantes de sua vida. A primeira coisa da qual se lembrou foram os primeiros passos de sua vida, quando era um bebê. Ele estava no seu quarto cheio de brinquedos, com a parede pintada de amarelo. Nela havia um retrato. Era a fazenda da família, onde havia um lago, e onde passavam as férias de verão. A foto lhe fez lembrar as pescarias com seu querido pai. Enquanto pescava, uma artilharia cruzava o céu, e se imaginava numa guerra, o que aconteceu depois, após crescer. Ao voltar da guerra, conhece uma garota num estacionamento de uma loja. Seu nome era Ângela. Ela era loura, cabelos lisos e curtos, de olhos amendoados, alta e lhe olhava com um olhar atraente e de desejo. Então se casam e têm um único filho. O filho e o pai eram muito amigos. Anos depois, o filho se formou na escola e na faculdade. Mas um desastre acontece com sua família. Seu carro bateu de frente com um caminhão de carga, capotou e caiu no mar. Murilo estava no trabalho quando soube da notícia. Seu filho e sua esposa haviam morrido. No final de sua lembrança, se vê velho, sozinho, triste e com um retrato de sua família na mão, num banco de uma praça. O flash termina e seu coração para de vez. Murilo faleceu na maca, triste e solitário.

07 março 2012

CIRCUITO LITERÁRIO

Hoje, dia 07 de março a Escola Municipal Princesa Isabel participou do Circuito Literário das Bibliotecas Escolares Municipais.
Abrindo as atividades o professor e escritor Illan nos brindou com a palestra "Como aproximar os jovens dos livros" no Centro Cultural.


Atividade realizada no Centro Cultural

  Após as atividades no Centro Cultural, as professoras dinamizadoras estiveram visitando as turmas e realizando diversas dinâmicas, tais como: "Origami", "Para que serve a Escola", "Expressão poética" e "Cartões".
Oficina
Oficinas
Oficina
Em sala de aula, os alunos participaram das atividades e relambraram a importância da leitura, além do universo de possibilidades que ela proporciona.
Alunos confeccionando seus cartões

Orientação para o Origami
Agradecemos a presença das colegas professoras e dos colegas professores pelo dia agradável e motivador.


Dinamizadoras e a turma 1805